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03 ago 2017

Conheça o que as grandes empresas fazem para reduzir custos e otimizar tempo

O investimento em estruturas de tecnologia de informação e comunicação (TIC) é muito comum nas grandes empresas.

Entretanto, nas pequenas e médias empresas essa prática não é tão usual pela crença de que a adesão a tecnologias modernas seja financeiramente inviável, o que não é o caso. O fato é, que na realidade existe sim, uma falta de conhecimento das possibilidades de utilização de tecnologia na gestão de pessoas e redução de custos. Existem, por exemplo, aplicativos gratuitos que podem auxiliar todo tipo de empresa, inclusive com redução de custos. Alguns aplicativos disponíveis gratuitamente atuam desde a gestão do capital, organização de dados importantes para seu negócio à aproximação entre clientes e o empreendedor, o que pode beneficiar ainda mais o crescimento do seu negócio. Atualmente o bom empreendedor é aquele que acompanha o desenvolvimento no mundo e se adapta às novas necessidades do mercado. As pessoas estão cada vez mais envolvidas com o mundo digital e é extremamente importante que as empresas ofereçam praticidade e novidades que facilitem a jornada do cliente. Confira algumas práticas das grandes empresas que podem ser utilizadas em todo tipo de negócio:

Contratação de Startups

Umas das possibilidades é a contratação de startups por serem empresas com o custo de manutenção muito baixo. Muitas soluções propostas por startups no Brasil podem auxiliar no funcionamento e organização das empresas.

Uso de celulares e aplicativos – Mobilidade corporativa

Atualmente quase tudo pode ser resolvido através dos aplicativos que podemos facilmente baixar em nossos smartphones. Desde jogos de entretenimento à acesso à conta bancária ou compras no mercado. O uso desse tipo de recursos dentro das empresas é cada vez mais comum e podem facilitar seu acesso e comunicação com seus clientes e funcionários desenvolvendo uma relação mais próxima e prática. A mobilidade corporativa permite que seus funcionários cooperem e trabalhem de onde estiverem com o uso de celulares e aplicativos. E tudo isso com a possibilidade de monitoramento de perto via smartphone.

CRM (Customer Relationship Management)

A sigla em inglês é um termo usado para o gerenciamento do relacionamento com o cliente ou ainda um sistema integrado de gestão com foco no cliente, reúne dados e processos dos clientes de maneira organizada e integrada. Esse tipo de infraestrutura de gerenciamento e armazenamento de dados possibilita a organização e a descoberta de insights que levam a uma melhor experiência do cliente e a operações mais rentáveis. Dessa forma a contratação desses serviços e tecnologias podem manter sua empresa em plena atividade e operando de forma eficiente e segura, protegendo seus dados e garantindo a continuidade dos negócios com mais flexibilidade e eliminando os transtornos e a complexidade da TI (Tecnologia da Informação), o que garante maior produtividade da equipe e resultados na lucratividade. Pense, pesquise, invista em inovação, entenda as ferramentas e estratégias que podem gerar competitividade para o seu negócio, com toda certeza, a criatividade aliada a tecnologia vai melhorar resultados da sua empresa.

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16 jul 2017

Startup – Tudo que você precisa saber!

Todo mundo está falando sobre startups, mas afinal o que é uma startup?

É uma empresa? É um projeto? É um site? É um blog? Tem que ser inovadora? Tem usar a internet? Ter modelo de negócios? Quando a empresa deixa de ser uma startup?

É um momento na vida de uma empresa, onde uma equipe multidisciplinar, busca desenvolver um produto/serviço inovador, de base tecnológica, que tenha um modelo de negócio facilmente replicado e possível de escalar sem aumento proporcional dos seus custos.

Uma das características mais importantes de uma startup está em sua capacidade de ganhar escala rapidamente, ou seja, de ter seus produtos utilizados por um número grande de pessoas em pouco tempo. Uma startup também costuma apresentar baixo esforço de replicação de seus produtos, isto é, custos de operação que cresçam proporcionalmente a taxas menores que sua receita, na medida em que a empresa ganha escala. Por essa razão, utilizam de forma intensiva a tecnologia, em especial as tecnologias da informação e a Internet. Outra característica importante de uma startup é o ambiente de incerteza no qual ela está inserida. Em sua fase inicial, muitos elementos que compõe seu modelo de negócio estão ainda incertos e pouco definidos.

Características de uma Startup

Dentre as principais características que diferenciam e definem uma startup, destacam-se:

Inovação: a startup apresenta um produto ou serviço novo – ou com aspectos novos em seu modelo de negócio – para o mercado a que se destina, como elementos de diferenciação.

Escalabilidade: o modelo de negócio de uma startup precisa ser escalável, isto é, poder atingir rapidamente um grande número de usuários a custos relativamente baixos.

Repetibilidade: o modelo de negócios de uma startup deve ser repetível, ou seja, deve ser possível replicar ou reproduzir a experiência de consumo de seu produto ou serviço de forma relativamente simples, sem exigir o crescimento na mesma proporção de recursos humanos ou financeiros.

Flexibilidade e rapidez: em função de sua característica inovadora, do ambiente incerto e altamente competitivo, a startup deve ser capaz de atender e se adaptar rapidamente demandas do mercado. Geralmente, tem estruturas enxutas, com equipes formadas por poucas pessoas, com flexibilidade e autonomia.

Modelo de Negócio

O Modelo de Negócio é a descrição dos principais elementos que explicam o funcionamento de um negócio. Geralmente, apresenta informações como clientes, custos, fontes de receita, atividades principais, dentre outros. No planejamento de negócios clássico, é comum a construção de um documento conhecido como Plano de Negócios, que detalha por escrito, em várias páginas, os diversos aspectos de um modelo de negócio. Mas você realmente precisa de um para começar?

No universo das startups, considerando seu ambiente de incerteza e de rápidas mudanças, tem sido muito utilizada a ferramenta Quadro de Modelo de Negócios (ou Business Model Canvas), criado pelos pesquisadores Alex Osterwalder e Yves Pigneur. O BMC apresenta de forma bastante resumida e visual um Modelo de Negócios descrito na forma de nove blocos, cada um deles compondo visualmente um mesmo quadro. Cada bloco representa um elemento do Modelo de Negócio e é preenchido com papel adesivo. Esse formato permite a rápida montagem e modificação de um modelo de negócio, o que é bastante adequado para as fases iniciais de uma startup, quando muitos desses elementos estão indefinidos e se modificam com frequência. O BMC não substituiu o Plano de Negócios, mas se apresenta como uma ferramenta muito útil na fase inicial de construção e validação do Modelo de Negócios, quando os elementos que o compõe não estão claros ou não foram testados e validados no mercado. Uma vez que o Modelo de Negócios esteja mais definido e testado, ele pode e deve ser descrito por um Plano de Negócios.

O que é uma startup?

O termo startup nasceu nos Estados Unidos há algumas décadas mas só se popularizou no meio empreendedor brasileiro a partir da bolha ponto-com, entre os anos de 1996 e 2001. Para muitas pessoas ligadas à área, como empreendedores e investidores, toda empresa no seu estágio inicial pode ser considerada uma startup. Porém, para Yuri Gitahy, investidor-anjo e fundador da Aceleradora e conselheiro da ABStartups “é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza”.

Essa definição nos permite explorar em mais detalhes o universo ao redor de uma startup: a busca por um modelo de negócios que seja lucrativo como principal objetivo do negócio, independentemente da sua indústria. Porém, quando uma empresa busca por um modelo que seja repetível e escalável quer dizer que também está buscando por uma espécie de automação do seu modelo. Ou seja, independentemente do número de clientes que ela conquiste, o custo da operação não se eleva na mesma proporção.

Para traçarmos um paralelo com a realidade, imaginemos uma agência de marketing digital: para que ela atenda dez clientes são necessários vinte funcionários. Se ela conseguir dobrar o número de clientes precisará dobrar o número de funcionários. Esse tipo de negócio não é repetível nem escalável. Por outro lado, uma empresa que vende Software as a Service (SaaS) como a App Marketing consegue entregar o mesmo serviço para dez ou vinte outras empresas sem dobrar o número de pessoas envolvidas. A proporção entre o número de funcionários e o de clientes, ao longo do tempo, deve diminuir para que um modelo de negócios seja caracterizado como repetível e escalável.

Essa dissonância de definição é causada porque reduzimos o conceito de startup à escalabilidade do negócio. Ainda que seja um pouco confuso, criar modelos disruptivos é uma das funções de uma startup. Ou seja, muitos negócios simplesmente não poderão ser encaixados em conceitos e terão que criar suas próprias definições.

Costuma-se também atribuir o conceito de startup a empresas que possuem poucos funcionários ou estão no seu começo de vida – algumas inclusive sem CNPJ. Mas essa definição não está completamente correta. Um prestador de serviços, por exemplo, não pode ser considerado como startup exatamente pelos motivos que citamos acima.

O que é Bootstrapping

Para aqueles que acompanham o mundo das startups, o bootstrapping é o primeiro passo dos investimentos. Neste caso, o empreendedor, ou o grupo de empreendedores, tira dinheiro do próprio bolso para investir na empresa. Praticamente todas as startups criadas começam com o sistema bootstrapping até conseguirem investimentos maiores.

O que é Investimento-Anjo

É o investimento efetuado por pessoas físicas com seu capital próprio em empresas nascentes com alto potencial de crescimento. O Investidor-Anjo tem como objetivo aplicar em negócios com alto potencial de retorno. “O termo ‘anjo’ é utilizado pelo fato de não ser um investidor exclusivamente financeiro que fornece apenas o capital necessário para o negócio, mas por apoiar ao empreendedor, aplicando seus conhecimentos, experiência e rede de relacionamento para orientá-lo e aumentar suas chances de sucesso”.

O que é Capital semente

Esta é uma boa fonte de recursos para empresas que ainda não estouraram, mas que já tem produtos ou serviços lançados no mercado e algum faturamento. O capital semente apoia startups em fase de implementação e organização de operações, muitos deles concebidos no seio das incubadoras de empresas. Neste estágio inicial, os aportes financeiros ajudam, entre outras funções, na capacitação gerencial e financeira do negócio.

O que é Incubadora

As incubadoras representam um modelo mais tradicional de investimento a partir de um projeto ou uma empresa que tem como objetivo a criação ou o desenvolvimento de pequenas empresas ou microempresas, apoiando-as nas primeiras etapas de suas vidas. O processo de incubação inclui ajuda com a modelagem básica do negócio, ajuda com técnicas de apresentação, acesso a recursos de ensino superior, entre outros.

O que é Aceleradora

Apesar de serem um tipo moderno de incubadoras de empresas, as aceleradoras têm uma metodologia mais complexa. O processo para participar das aceleradoras é aberto, e estas geralmente procuram por startups consistindo de um time para apoiá-los financeiramente, oferecer consultoria, treinamento e participação em eventos durante um período específico, que pode ser de três a oito meses. Em troca, as aceleradoras recebem uma participação acionária. “Em geral, elas investem até R$ 100 mil e depois de quatro meses as empresas estão livres”.

O que é Venture Capital

É uma modalidade de investimento utilizada para apoiar negócios por meio da compra de uma participação acionária, geralmente minoritária, com objetivo de ter as ações valorizadas para posterior saída da operação. O risco se dá pela aposta em empresas cujo potencial de valorização é elevado e o retorno esperado é idêntico ao risco que os investidores querem correr.

O que é Venture Building

O modelo mescla características das incubadoras, aceleradoras e venture capital, sendo que fornece todo o planejamento estratégico, a captação de recursos financeiros e humanos e estrutura física. O objetivo de uma venture builder não é apenas criar um produto, mas construir um negócio.

Geralmente a participação de uma venture builder numa startup é grande, chegando a até 80% da estrutura acionária na fase inicial.