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16 jul 2017

Startup – Tudo que você precisa saber!

Todo mundo está falando sobre startups, mas afinal o que é uma startup?

É uma empresa? É um projeto? É um site? É um blog? Tem que ser inovadora? Tem usar a internet? Ter modelo de negócios? Quando a empresa deixa de ser uma startup?

É um momento na vida de uma empresa, onde uma equipe multidisciplinar, busca desenvolver um produto/serviço inovador, de base tecnológica, que tenha um modelo de negócio facilmente replicado e possível de escalar sem aumento proporcional dos seus custos.

Uma das características mais importantes de uma startup está em sua capacidade de ganhar escala rapidamente, ou seja, de ter seus produtos utilizados por um número grande de pessoas em pouco tempo. Uma startup também costuma apresentar baixo esforço de replicação de seus produtos, isto é, custos de operação que cresçam proporcionalmente a taxas menores que sua receita, na medida em que a empresa ganha escala. Por essa razão, utilizam de forma intensiva a tecnologia, em especial as tecnologias da informação e a Internet. Outra característica importante de uma startup é o ambiente de incerteza no qual ela está inserida. Em sua fase inicial, muitos elementos que compõe seu modelo de negócio estão ainda incertos e pouco definidos.

Características de uma Startup

Dentre as principais características que diferenciam e definem uma startup, destacam-se:

Inovação: a startup apresenta um produto ou serviço novo – ou com aspectos novos em seu modelo de negócio – para o mercado a que se destina, como elementos de diferenciação.

Escalabilidade: o modelo de negócio de uma startup precisa ser escalável, isto é, poder atingir rapidamente um grande número de usuários a custos relativamente baixos.

Repetibilidade: o modelo de negócios de uma startup deve ser repetível, ou seja, deve ser possível replicar ou reproduzir a experiência de consumo de seu produto ou serviço de forma relativamente simples, sem exigir o crescimento na mesma proporção de recursos humanos ou financeiros.

Flexibilidade e rapidez: em função de sua característica inovadora, do ambiente incerto e altamente competitivo, a startup deve ser capaz de atender e se adaptar rapidamente demandas do mercado. Geralmente, tem estruturas enxutas, com equipes formadas por poucas pessoas, com flexibilidade e autonomia.

Modelo de Negócio

O Modelo de Negócio é a descrição dos principais elementos que explicam o funcionamento de um negócio. Geralmente, apresenta informações como clientes, custos, fontes de receita, atividades principais, dentre outros. No planejamento de negócios clássico, é comum a construção de um documento conhecido como Plano de Negócios, que detalha por escrito, em várias páginas, os diversos aspectos de um modelo de negócio. Mas você realmente precisa de um para começar?

No universo das startups, considerando seu ambiente de incerteza e de rápidas mudanças, tem sido muito utilizada a ferramenta Quadro de Modelo de Negócios (ou Business Model Canvas), criado pelos pesquisadores Alex Osterwalder e Yves Pigneur. O BMC apresenta de forma bastante resumida e visual um Modelo de Negócios descrito na forma de nove blocos, cada um deles compondo visualmente um mesmo quadro. Cada bloco representa um elemento do Modelo de Negócio e é preenchido com papel adesivo. Esse formato permite a rápida montagem e modificação de um modelo de negócio, o que é bastante adequado para as fases iniciais de uma startup, quando muitos desses elementos estão indefinidos e se modificam com frequência. O BMC não substituiu o Plano de Negócios, mas se apresenta como uma ferramenta muito útil na fase inicial de construção e validação do Modelo de Negócios, quando os elementos que o compõe não estão claros ou não foram testados e validados no mercado. Uma vez que o Modelo de Negócios esteja mais definido e testado, ele pode e deve ser descrito por um Plano de Negócios.

O que é uma startup?

O termo startup nasceu nos Estados Unidos há algumas décadas mas só se popularizou no meio empreendedor brasileiro a partir da bolha ponto-com, entre os anos de 1996 e 2001. Para muitas pessoas ligadas à área, como empreendedores e investidores, toda empresa no seu estágio inicial pode ser considerada uma startup. Porém, para Yuri Gitahy, investidor-anjo e fundador da Aceleradora e conselheiro da ABStartups “é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza”.

Essa definição nos permite explorar em mais detalhes o universo ao redor de uma startup: a busca por um modelo de negócios que seja lucrativo como principal objetivo do negócio, independentemente da sua indústria. Porém, quando uma empresa busca por um modelo que seja repetível e escalável quer dizer que também está buscando por uma espécie de automação do seu modelo. Ou seja, independentemente do número de clientes que ela conquiste, o custo da operação não se eleva na mesma proporção.

Para traçarmos um paralelo com a realidade, imaginemos uma agência de marketing digital: para que ela atenda dez clientes são necessários vinte funcionários. Se ela conseguir dobrar o número de clientes precisará dobrar o número de funcionários. Esse tipo de negócio não é repetível nem escalável. Por outro lado, uma empresa que vende Software as a Service (SaaS) como a App Marketing consegue entregar o mesmo serviço para dez ou vinte outras empresas sem dobrar o número de pessoas envolvidas. A proporção entre o número de funcionários e o de clientes, ao longo do tempo, deve diminuir para que um modelo de negócios seja caracterizado como repetível e escalável.

Essa dissonância de definição é causada porque reduzimos o conceito de startup à escalabilidade do negócio. Ainda que seja um pouco confuso, criar modelos disruptivos é uma das funções de uma startup. Ou seja, muitos negócios simplesmente não poderão ser encaixados em conceitos e terão que criar suas próprias definições.

Costuma-se também atribuir o conceito de startup a empresas que possuem poucos funcionários ou estão no seu começo de vida – algumas inclusive sem CNPJ. Mas essa definição não está completamente correta. Um prestador de serviços, por exemplo, não pode ser considerado como startup exatamente pelos motivos que citamos acima.

O que é Bootstrapping

Para aqueles que acompanham o mundo das startups, o bootstrapping é o primeiro passo dos investimentos. Neste caso, o empreendedor, ou o grupo de empreendedores, tira dinheiro do próprio bolso para investir na empresa. Praticamente todas as startups criadas começam com o sistema bootstrapping até conseguirem investimentos maiores.

O que é Investimento-Anjo

É o investimento efetuado por pessoas físicas com seu capital próprio em empresas nascentes com alto potencial de crescimento. O Investidor-Anjo tem como objetivo aplicar em negócios com alto potencial de retorno. “O termo ‘anjo’ é utilizado pelo fato de não ser um investidor exclusivamente financeiro que fornece apenas o capital necessário para o negócio, mas por apoiar ao empreendedor, aplicando seus conhecimentos, experiência e rede de relacionamento para orientá-lo e aumentar suas chances de sucesso”.

O que é Capital semente

Esta é uma boa fonte de recursos para empresas que ainda não estouraram, mas que já tem produtos ou serviços lançados no mercado e algum faturamento. O capital semente apoia startups em fase de implementação e organização de operações, muitos deles concebidos no seio das incubadoras de empresas. Neste estágio inicial, os aportes financeiros ajudam, entre outras funções, na capacitação gerencial e financeira do negócio.

O que é Incubadora

As incubadoras representam um modelo mais tradicional de investimento a partir de um projeto ou uma empresa que tem como objetivo a criação ou o desenvolvimento de pequenas empresas ou microempresas, apoiando-as nas primeiras etapas de suas vidas. O processo de incubação inclui ajuda com a modelagem básica do negócio, ajuda com técnicas de apresentação, acesso a recursos de ensino superior, entre outros.

O que é Aceleradora

Apesar de serem um tipo moderno de incubadoras de empresas, as aceleradoras têm uma metodologia mais complexa. O processo para participar das aceleradoras é aberto, e estas geralmente procuram por startups consistindo de um time para apoiá-los financeiramente, oferecer consultoria, treinamento e participação em eventos durante um período específico, que pode ser de três a oito meses. Em troca, as aceleradoras recebem uma participação acionária. “Em geral, elas investem até R$ 100 mil e depois de quatro meses as empresas estão livres”.

O que é Venture Capital

É uma modalidade de investimento utilizada para apoiar negócios por meio da compra de uma participação acionária, geralmente minoritária, com objetivo de ter as ações valorizadas para posterior saída da operação. O risco se dá pela aposta em empresas cujo potencial de valorização é elevado e o retorno esperado é idêntico ao risco que os investidores querem correr.

O que é Venture Building

O modelo mescla características das incubadoras, aceleradoras e venture capital, sendo que fornece todo o planejamento estratégico, a captação de recursos financeiros e humanos e estrutura física. O objetivo de uma venture builder não é apenas criar um produto, mas construir um negócio.

Geralmente a participação de uma venture builder numa startup é grande, chegando a até 80% da estrutura acionária na fase inicial.

03 jul 2017

Por que investir em um app para a sua ideia?

Você já ouviu falar em ‘startup’? Não existe uma tradução oficial para ‘startup’, mas ela pode ser considerada “uma empresa emergente de grande potencial”, ou seja, “uma empresa projetada para ser grande desde o início”.

Mas, se você pensou: não é isso que todo empreendedor quer para o seu negócio? Não. Se você optar para ter um modelo de negócio escalável, é necessário muito trabalho e planejamento. E nem todo empresário pensa dessa forma para o seu negócio. A empresa pode permanecer pequena e controlável, e não tem nada de errado nisso.

Para a empresa ser grande e com um alto potencial de crescimento, uma oportunidade deve ser identificada. Nesse caso, é melhor definirmos como ‘a solução para um problema’. A startup necessita de investimento e trabalho árduo, e ainda assim, ter um grande risco por ser tratar de uma organização totalmente moderna.

O modelo de negócio escalável também precisa de investidores para apostarem na sua empresa e na sua ideia. Os colaboradores de uma startup vivem um cenário de incertezas, pois não há como afirmar se o projeto realmente irá dar certo. Então, eles precisam ser insistentes para trabalhar em prol do sucesso. A empresa deve ser planejada para crescer  em receita e continuar com baixos cursos, sem influenciar no modelo de negócio.

Qual é a sua ideia para um modelo de negócio escalável?

É bem comum as pessoas pensarem que as ideias inovadoras geram um grande lucro. Afinal, o criador do Facebook, YouTube e WhatsApp ficaram ricos. Uma das maiores ilusões é achar que a sua ideia vale alguma coisa.

No início, os criadores do YouTube ganharam muito dinheiro porque mostraram para ao Google? Antes, o Google tinha criado o “Google videos” e competia com o YouTube. Ao mesmo tempo, o YouTube já estava no mercado e tinha usuários. Hoje, você não acessa ao Google Vídeos porque ele não existe e a conta do Google já está vinculada ao YouTube.

Nós sempre ajudamos as pessoas a apostarem em ideias novas, principalmente de aplicativos. Só que sem força de vontade da própria pessoa, sem pesquisa, sem uma execução bem feita, não vai adiantar nada. Por mais que você ache que a sua ideia seja boa, ela somente será um sucesso se outros verem algo interessante ali.

E sobre desenvolvimento de aplicativos, nós só sabemos o potencial da ideia no momento que temos o projeto executado. Não por completo, mas algo mais simplificado, mas que tenha a essência da ideia. O projeto enxuto é o que nós chamamos de MVP (menos produto viável). São os usuários que vão dizer se o produto é bom e se a ideia realmente é útil.

Quer investir em um app para a sua ideia? Fazer um MVP? Use nossa calculadora para simular seu projeto.

22 jun 2017

Cupom de desconto: brasileiros buscam promoções para comer em restaurantes

Quantas vezes você utiliza cupom de desconto para comer um lanche? Procura alguma promoção para poder pagar um pouco mais barato naquele combo? Isso não é uma realidade só sua. Um levantamento mostra que um aumento no uso de promoções nas refeições cresceu 6%, na comparação de 2016 para 2017.

Estima-se também que mais de 80% dos usuários de telefone celulares também usem os aplicativos para procurar restaurantes. Os app são uma ferramenta interessante de marketing e interação com o cliente. Além de agilizar o atendimento por meio de reservas online, gerenciamento de filas e até pedidos e pagamentos pelo app, o restaurante pode ser visto por um número maior de clientes, poderá divulgar promoções e conhecer melhor o seu público e a impressão dos seus serviços.

Hoje, os consumidores preferem os restaurantes que oferecem uma oferta para um dado momento de consumo, por exemplo, cupom de desconto ou compre um ganhe outro. De olho no nas mudanças de comportamento do consumidor, o food service traz muita agilidade para as novas demandas. Nos últimos dois anos, o setor teve um crescimento acima de dois dígitos. Os números indicam também que a alimentação fora do lar cresceu 7%.

Se você pensa em abrir um negócio de alimentação, preste bastante atenção! O mercado de food service é impactado pelas características do público local. Os hábitos gastronômicos devem ser levados em conta na hora de abrir o empreendimento. Um bom exemplo foi a Dunkin’Donuts, no ano passado, eles investiram em rosquinhas açucaradas e a ideia não colou muito…

A empresa resolveu dar uma nova oportunidade para o negócio, porém adaptaram aos sabores locais e com um estilo de cafeteria. Eles mudaram o cardápio e colocaram opções como: café quente e gelado, cappuccinos, sanduíches, croissants, misto quente e pão de queijo. Além do acesso gratuito ao Wi-Fi para deixar o ambiente mais acolhedor.

Até o fim do ano passado, a Dunkin’Donuts pretendia abrir 10 lojas na região Centro-Oeste e um total de 65 unidades até 2019. Mas, será por que eles resolveram não investir nos grandes centros? A resposta é simples: eles já conheciam o mercado de Goiânia e Brasília e a região é um teste de adesão.

Quer saber os hábitos gastronômicos dos brasileiros? Os consumidores possuem o hábito de tirar fotos para postar nas redes sociais, por 39% dos entrevistados. Na hora de pagar a conta, eles preferem “pagar apenas o que se consome”, com 21% das respostas. Quando é uma ocasião especial, como aniversário e comemorações, os participantes planejam gastar em média de R$ 115,00 por refeição para duas pessoas. E o prato preferido dos brasileiros é o churrasco (28%), sushi (17,5%) e feijoada (8,6%).

E aí, você também utiliza os cupons de desconto? 
Quer saber quanto custa para desenvolver um projeto, calcule grátis aqui?
13 fev 2017

Por onde começar: Site ou App?

Quando seu consumidor procura sua marca no mobile, ele precisa encontrá-la. E quando encontrar, ele precisa ter uma boa experiência.

Se sua presença não estiver otimizada para o mobile, há grandes chances de que ele procure o seu concorrente.

Não dá pra pegar seu site desktop, jogar no mobile e achar que a experiência vai ser boa.

Vamos entender um pouco mais sobre o potencial de cada um deles, para encontrar a solução certa para cada empresa ou marca:

WEBSITE MOBILE:

Para a grande maioria das empresas, o primeiro passo é ter um excelente site mobile, que atenda às necessidades da maioria dos seus consumidores.

Por ser universal e abrangente, o site mobile vai ser o primeiro ponto de contato com seus novos consumidores. Todas as plataformas suportam links: mobile, desktop, apps e até Smart TVs. De todo o uso de navegadores no planeta, 29% já é no mobile.

Aproveite o fato de que todo celular já vem com um navegador – sem precisar de download. Se uma mesma tarefa pode ser feita no site mobile ou em um app, faça no site mobile. Ninguém vai baixar um app só pra descobrir, por exemplo, onde fica a agência bancária mais próxima.

Garanta que seu site tenha as informações e funcionalidades que seu público procura. Aliás, fique de olho em como os usuários estão se comportando no seu site para melhorar cada vez mais a experiência deles.

Uma coisa é certa: quando seu consumidor procura sua marca no mobile, ele precisa encontrá-la.

Portanto, não deixe de otimizar seu site. Aliás, existe um bom motivo para isso. Para garantir que os usuários tenham experiências cada vez melhores em mobile, a busca do Google vai priorizar em seus resultados os sites que são “mobile-friendly”, otimizados para uma experiência melhor em celulares e tablets.

WEBSITE + APP

Se sua empresa já fez um bom trabalho com o site mobile, ela pode criar um App para seus consumidores fiéis e para gerar uma experiência mais rica.

Os apps têm o potencial de trazer funcionalidades tecnológicas que aproveitam todo o potencial dos smartphones e seus sensores, agregando funcionalidades como uso offline e acesso a recursos como câmera, lanterna, acelerômetro, notificações e muito mais. O que não quer dizer que seu site não possa trazer experiências inovadoras, como o Google Racer.

Identifique quais funcionalidades exclusivas de app podem complementar a experiência do seu consumidor ou recompensar seus consumidores recorrentes.

O público dos apps é menor: apps são usados por aproximadamente 7% dos seus consumidores, mas são os consumidores mais fiéis, que compram com frequência.

Vale lembrar que apps podem requerer mais investimento, que 95% dos apps são abandonados em 30 dias e 1 em cada 4 apps é usado apenas uma vez. Então crie a melhor experiência possível e seja relevante para o seu consumidor.

APP

Existem alguns casos em que o primeiro passo é fazer um app. Isso é mais comum para start-ups e empresas “app-cêntricas” – aquelas que têm o app como parte essencial do seu modelo de negócio.

A intenção de uso do seu produto é algo com uma frequência muito alta? As necessidades de funcionalidades vão além do que pode ser feito num navegador?

Seu produto é um game, mídia, rede social ou algo para as pessoas se entreterem?

Se sua resposta é sim para qualquer uma dessas perguntas, então é muito provável que você tenha que desenvolver um app.

Em resumo:

– Comece criando um bom site mobile.

– Otimize seu site para garantir uma boa experiência do usuário e melhores resultados de busca no mobile.

– Construa um app para seus consumidores mais frequentes e uma experiência mais rica.

Fonte: Thinkwith Google
16 ago 2016

3 pilares essenciais do cross-channel marketing

Os consumidores já esperam interações relevantes em tempo real com as marcas: de um lado há a convergência das tecnologias dos anúncios e do marketing; do outro, profissionais que trabalham com seus parceiros de negócios para criar experiências integradas de marketing cross-channel. Dessa forma, os dados e ações dos clientes em todos os canais afetam as campanhas de e-mail, mobile, display e redes sociais.

As empresas devem integrar os dados para entender o comportamento dos clientes e utilizar as ferramentas corretas para aproximá-lo da marca.

Confira os três pontos necessários para evoluir na estratégia de marketing cross-channel:

Pilar 1 – Identificação

A qualidade dos dados é a base para as  campanhasde marketing cross-channel. Dessa forma, colocar os processos de gestão das informações no centro das decisões ajuda na entrega de uma experiência mais personalizada. De acordo com a pesquisa da Experian Data Quality, 97% das organizações procuram obter uma visão completa do seu cliente. Já no Relatório Digital Marketer, 81% dos profissionais enfrentam desafios para alcançar essa visão única. É preciso conectar diferentes dados e obter uma panorâmica dos clientes e prospects para criar experiência e contar uma história consistente em vários canais.

Pilar 2 – Conhecimento

Crie uma visão de 360 graus sobre o público-alvo para conhecê-lo profundamente. Aproveite as informações que a empresa já possui como hábitos comportamentais, utilize dados de terceiros, como pesquisas demográficas e estilos de vida, e até modelos preditivos para criar diferentes segmentos altamente personalizados. Enriquecer a base de dados certamente ajuda a aproximar o cliente da mensagem e da estratégia de contato da companhia.

Pilar 3 – Engajamento

Após enriquecer a base de dados dos clientes e criar interações, é hora de trabalhar com a tecnologia para enviar campanhas automáticas de marketing cross-channel nos dispositivos móveis, redes sociais, display  e e-mail marketing. Além disso, para analisar o desempenho dessas ações e maximizar os esforços é preciso testar seu planejamento. Afinal, sempre dá para melhorar.

Fonte: Serasa Experian
16 ago 2016

Cross-Channel Marketing: esta é a estratégia certa para o seu negócio?

Levante a mão quem nunca ouviu falar do marketing “cross-channel”.

Agora levante a mão ainda mais alto se você entende os prós e contras de criar uma campanha cross-channel bem-sucedida.

As chances são poucas de você se encaixar na segunda opção. O marketing cross-channel é uma abordagem relativamente nova que está evoluindo tão rápido quanto o surgimento de novos canais de vendas.

Além disso, encontrar a fórmula para o sucesso pode ser complicado. Mas não é impossível, principalmente se você compreende os desafios, benefícios e estratégias.

Pela definição, marketing cross-channel parece realmente simples. É apenas a prática de usar vários tipos de mídia para atingir os consumidores.

Mas isso pode ser bem complicado, não é? Enviar um e-mail, distribuir cartões postais, postar anúncios no Facebook e fim de papo.

Isto é apenas um exemplo de marketing cross-channel, mas os clientes esperam muito das empresas que compram… e uma campanha desarticulada pode fazer mais mal do que bem.

A maioria dos clientes não pensam especificamente se suas lojas favoritas estão chegando a eles através de vários canais, mas eles percebem a conveniência.

Eles querem lidar com empresas que entendem o que eles querem, quando eles querem, e como eles gostam de receber essa informação.

Jogar todos os tipos de informações para eles com a esperança de que algo vai ficar, não vai funcionar.

É por isso que entender os desafios, benefícios e estratégias de marketing de cross-channel pode te dar uma vantagem sobre seus concorrentes.

Os desafios

Com tantas formas diferentes de atingir os consumidores, é fácil identificar os potenciais desafios do marketing cross-channel:

  • Requer muita coordenação – Se você for usar várias formas de mídia para alcançar seus clientes, é importante construir uma campanha consistente em todas as mídias escolhidas. Em outras palavras, esforços bem-sucedidos de cross-channel exigem promoções cruzadas que constroem um do outro.
  • Nem todas as empresas precisam usar todas as formas de mídia. Seu negócio pode não precisar de rádio ou televisão, por exemplo. Talvez ele precise apenas das mídias sociais e do telefone. Entender os canais favoritos dos seus clientes é fundamental.
  • Esteja preparado para gastar muito tempo (e talvez dinheiro) – Com tantos detalhes para coordenar, é bem provável que você precise dedicar um tempo significativo para garantir que cada canal utilizado está sendo alimentado, além do outro canal. Será que isso significa mais gente na equipe? Talvez. Será que vai exigir testes e re-testes, muito provável que sim.

Os benefícios

Embora os desafios do marketing cross-channel possam assustar algumas pessoas que acompanham o assunto à distância, os benefícios podem atraí-los de volta nos seguintes casos:

  • O marketing cross-channel pode levar ao aumento do reconhecimento da marca – Alcançando os clientes através de vários meios, você está reforçando a sua marca através de múltiplos pontos de contato na vida do consumidor. Pense sobre o potencial de superar sua concorrência, não só alcançar mais clientes, mas tornar-se uma marca mais reconhecida.
  • Você recebe dados importantes do cliente – Oferecendo ao seu consumidor escolhas para interagir com a sua organização você conseguirá dados extremamente valiosos que servirão para alcançá-lo em estratégias de marketing futuras. Se você sabe que um determinado grupo de clientes nunca responde às suas notificações de e-mail, mas ama suas atualizações no celular, você está um passo à frente de melhorar suas taxas de conversão (e de diminuir o seu tempo e sua energia em “leads frios”).

Etapas do Sucesso 

Nós já comprovamos que o sucesso com marketing cross-channel começa e termina com dados/monitoramento. Para isso, aqui estão três estratégias que podem ajudar você a melhorar suas conexões e conversões:

  • Combine seus esforços em cross-channel – Uma das melhores maneiras de medir a eficácia de seus esforços no cross-channel é testando os canais através de comunicações semelhantes. Por exemplo, se você incluir o seu número de telefone e endereço do site em uma campanha de e-mail, vai precisar remover o número de telefone de outra campanha de e-mail (mas deixar o restante igual). Isso vai ajudar a revelar a relevância de seus contatos telefônicos.
  • Comunicação interna – Cross – O marketing cross-channel muitas vezes envolve uma variedade de diferentes líderes de equipe. Uma pessoa para as redes sociais. Outra para veículos impressos.Uma para TV. Outra para web, etc. Assim, é crucial para essas equipes o diálogo frequente e entrosado que garanta a coesão da campanha. Eu ouvi uma história recentemente que uma empresa usou um endereço de um site em sua campanha de e-mail, mas um diferente em suas estratégias de mídia social. Mesmo que os endereços levassem para o mesmo site, os clientes que receberam as campanhas não tinha ideia de qual era a certa. A reputação da empresa pautada pela clareza e profissionalismo foi manchada.
  • Considere o cliente – Com o marketing cross-channel, o sucesso depende da sua capacidade de atingir os consumidores da forma e no momento que eles querem ser atingidos. Por isso, configure suas métricas para que elas meçam os canais (ou combinações de canais), que levam aos melhores resultados, bem como a efetividade do timing de suas comunicações.

Sabendo que os clientes normalmente precisam de vários pontos de contato antes de sinalizarem uma compra, o marketing cross-channel tem o potencial de aumentar as suas conversões ao mesmo tempo que melhora a experiência do cliente. Mas, como muitas coisas na vida, o sucesso provavelmente vai levar tempo, energia e visão. Você está pronto?

Fonte: Ecommerce brasil