Nós já sabemos o que é Marketplace não é mesmo? E nós também sabemos que, apesar de ter várias similaridades, marketplace não é o mesmo que e-commerce.

Da mesma forma que o e-commerce, o marketplace também é um site desenvolvido para promover a venda de produtos pela internet. Porém, existe uma diferença muito importante entre os dois:
O e-commerce é uma loja virtual em que uma empresa vende seus próprios produtos.
Já o marketplace é uma plataforma mediada por uma empresa, em que vários outros lojistas podem se cadastrar e vender. (Mercado Livre, Submarino, Lojas Americanas, Walmart, entre outros)
Você pode conferir na íntegra tudo sobre o marketplace aqui.

O foco desse post hoje é trazer para vocês, leitores, quais as inovações do marketplace em 2018.

O que podemos esperar do marketplace em 2018 é um aumento significativo de novos usuários.
Tudo isso ao mesmo tempo em que aqueles, já consolidados nesse mercado, tendem a ampliar as ofertas de serviços disponíveis para os lojistas parceiros.
Outro fator de inovação desse elemento, é o crescimento do número de lojistas parceiros. E para manter esse ritmo de crescimento do modelo, os canais devem dar continuidade ao esforço de atrair novos comerciantes parceiros.
Para alcançar isso, deve-se ter em mente, o aumento nas vendas, maior visibilidade para a marca e diversificação dos canais de divulgação.
Como consequência do aumento no volume de lojistas operando em parceria com grandes e-commerces, as exigências em termos de qualidade de atendimento vão se intensificar ainda mais.
O objetivo disso é garantir uma boa experiência de compra aos consumidores.
Grandes e-commerces têm ajustado e aprimorado seus programas de reputação para se adequar a essa realidade e valorizar os parceiros com performance de excelência.
Como o marketplace já conquistou um espaço significativo no mercado online, eles consequentemente tornam-se mais familiares na rotina de compra dos consumidores digitais.

E isso nos leva a outro ponto: maior confiança dos consumidores!

Muitas marcas grandes e de renome nacional tem firmado parceria com grandes e-commerces para operar nesse modelo, contribuindo para criar um senso de familiaridade perante os clientes.
Quando pensamos na política de investimentos, temos que levar em consideração a redução de estoque, de área de armazenagem, de pessoal comercial e da logística do capital e investimentos.
A necessidade de inovar e de acompanhar as inovações dos concorrentes requer maiores investimentos adicionais em tecnologia da informação. Além disso, o aumento do tráfego e da taxa de conversão, vitais como justificativa da taxa cobrada dos associados, requer investimentos em publicidade.
As lojas de nicho, especializadas em mercadorias de baixa rotação de estoque, alta variedade e exigentes em conteúdo técnico e funcional, deverão ser privilegiadas, devido ao indispensável conhecimento do mercado fornecedor, características dos produtos e das preferências dos consumidores.

Por último e, tão importante quanto,temos o amadurecimento do ecossistema.  

As soluções tecnológicas que visam facilitar e otimizar a venda por meio de marketplaces têm se intensificado e estão incorporando novos recursos que visam simplificar ainda mais todo o processo de venda.
Esse ciclo de evolução tende a se intensificar ainda mais em 2018, tanto por meio de aquisições realizadas por grandes grupos quanto pelo surgimento de novas plataformas.

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