Com o  advento da tecnologia tivemos várias transformações em nosso dia a dia provocados pela influência direta dessas ferramentas.

A praticidade é cada dia mais visível e vivida por nós, as distâncias diminuíram, os meios de comunicação aproximaram as pessoas, o acesso à informação já não encontra mais tantas barreiras. Fazemos várias coisas virtualmente que há alguns anos, parecia algo muito distante.
Todas essas modificações alteram diretamente o comportamento das pessoas, e nesse meio completamente digital surge um novo tipo de consumidor, o Prosumidor.

Vamos explicar o que é esse novo tipo de consumidor e como as empresas, principalmente a área de marketing e tecnologia devem agir para obter melhores resultados.

Esse novo tipo de consumidor nada mais é que do que um consumidor que também produz conteúdo. Ele é receptor e construtor de mensagens. O que pode ser muito positivo ou negativo para as marcas.
O público deixa de ser passivo, o que antes funcionava de forma unilateral, com as mídias tradicionais no qual não havia o retorno do receptor, como os jornais e televisão, passa a ser bilateral dando voz ativa ao receptor por meio das mídias digitais.
Com a facilidade de acesso a internet, consumidores de todo o mundo se identificaram com a facilidade de comunicar e compartilhar opiniões. Ele passa a ser  capaz de dividir suas experiências, pautar tendências e contribuir no processo de criação de produtos e serviços. O consumidor passa a ser ativo, não aceita mais informação apenas de um emissor. Ele busca outras fontes, entende seus direito e  cria voz nas redes sociais propagando sua opinião e conhecimento.

Mas como o surgimento desse novo tipo de consumidor afeta as empresas?

De acordo com as mídias, existem dois tipos de prosumidor: O que faz bem a empresa e o que faz mal a empresa, em outras palavras, o prosumidor indignado e o prosumidor feliz. O primeiro é péssimo para a marca e imagem da empresa. Nesse caso, o consumidor mal atendido ou que obteve um produto de má qualidade gera conteúdo negativo e disponibiliza em suas redes sociais. Já  o segundo, relata suas boas experiências com uma empresa, elogiando ao extremo o atendimento, serviço ou produto.
Em ambos os casos as empresas são diretamente afetadas pelos conteúdos gerados. Quando a empresa lida com o prosumidor feliz ele deve estar atento aos comentários e opiniões, respondendo e replicando para outros consumidores, relatando a eficiência de sua companhia. Além disso, através desse elogio é possível criar afinidade com o prosumidor feliz e recompensá-lo por sua ajuda.
Quando a empresa lida com o prosumidor indignado deve estar ciente que ele é um perigo latente para a reputação da marca, já que hoje em dia a avaliação online de serviços prestados é levada seriamente em consideração por possíveis consumidores e novos clientes.
As reclamações e críticas são facilmente disseminadas pelas mídias sociais e o impacto causado por elas não deve ser ignorado.  Nesse caso a empresa precisa ir atrás desse prosumidor e entregar a ele a solução para os problemas encontrados com os serviços da marca.
É indicado ainda dar um “bonificação” para que ele veja a preocupação em  atender os anseios e satisfação antes frustrados.

Se quiser mais dicas como essa, deixe seu recado nos comentários!

Comentários (1)

[…] O empoderamento do consumidor, a facilidade de pesquisar e comparar preços apenas com o celular, muitas vezes pode gerar menos fidelização à marca ou empresa. Por outro lado, já existem pesquisas, que mostram que a Geração Y, tende a fidelização àquelas empresas que interagem com eles por meio das redes sociais. Já explicamos no nosso blog sobre o Prosumidor. […]

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